Pilates terapêutico fortalece e ajuda a corrigir desvios da coluna
Muita gente tem problemas na coluna e acredita que por conta disso não pode praticar exercício físico regular. A verdade é que é o médico quem irá orientar o paciente, mas a prática de atividade física regular é sempre muito recomendado. Em muitos ca...
Muita gente tem problemas na coluna e acredita que por conta disso não pode praticar exercício físico regular. A verdade é que é o médico quem irá orientar o paciente, mas a prática de atividade física regular é sempre muito recomendado. Em muitos casos de dores na coluna, uma excelente opção, orientada pelos médicos, é a prática regular de pilates terapêutico.
“O pilates terapêutico pode ser feito por qualquer pessoa, de qualquer idade, sem dificuldades. Cada pessoa vai se exercitar conforme seu ritmo e possibilidades. Essa prática fortalece a musculatura, o que é muito importante para quem tem dores de coluna. O pilates terapêutico fortalece e ajuda a corrigir desvios da coluna, o que o torna um excelente opção”, explica o reumatologista Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo – e professor de reumatologia da Universidade Fluminense Federal (UFF).
O pilates terapêutico ajuda a evitar lesões na coluna e previne doenças. Haim pontua que o programa de exercícios será absolutamente personalizado, mas que o objetivo será o fortalecimento dos músculos profundos, responsáveis por manter as vértebras e componentes articulares na correta posição. Assim, diz ele, pode-se evitar doenças como hérnias de disco, espondilólise, protusão discal e desvios posturais (escoliose, cifose e lordose).
“Para quem tem cifose, por exemplo, recomenda-se exercícios que fortalecem as costas e alongam o peitoral. No caso de pacientes com lordose, é preciso fortalecer o abdômen e alongar as dorsais. Já para aqueles que são acometidos pela lombalgia, buscamos fortalecer o abdômen e alongar a cadeia lateral. O pilates terapêutico é uma excelente opção para quem tem dores de coluna”, garante o médico do CREB.
CREB tem setor específico para tratar sequelas do AVC
De acordo com o Ministério da Saúde, o AVC (Acidente Vascular Cerebral) é a primeira causa de morte em pessoas a partir de 65 anos no Brasil, além da primeira causa de morte de mulheres em geral, passando, inclusive, as estatísticas de morte por cânc...
De acordo com o Ministério da Saúde, o AVC (Acidente Vascular Cerebral) é a primeira causa de morte em pessoas a partir de 65 anos no Brasil, além da primeira causa de morte de mulheres em geral, passando, inclusive, as estatísticas de morte por câncer de mama. Nos Estados Unidos acontece um caso de AVC a cada 40 segundos.
Quem sobrevive pode ficar com graves sequelas
– Trata-se de uma doença de alta mortalidade e alta morbidade, ou seja, temos muitos óbitos e quem sobrevive pode ficar com graves sequelas – define Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo , e professor de reuamtologia da UFF – Universidade Federal Fluminense.
Ele explica que a prevenção da doença deve passar fundamentalmente pelo controle dos riscos das doenças cardiovasculares. Ou seja, é preciso controlar a hipertensão arterial, a diabetes, os níveis de colesterol e o peso. O diâmetro da cintura do paciente, por exemplo, é mais um importante indicativo de predisposição para doenças cardiovasculares.
– Quem já foi acometido pela doença precisa traçar um programa de prevenção secundária e reabilitação. Ou seja, é preciso se proteger de um novo AVC e se dedicar à reabilitação física para tratar das sequelas da doença. Esse programa é multi-profissional e envolve médicos, fisioterapeutas, terapia ocupacional e fonoaudiólogos, dependendo, naturalmente, da gravidade das sequelas – explica o Dr. Haim, pontuando que o CREB tem um setor de reabilitação específico para esse tratamento.
Tendinites: ótimos resultados no tratamento com Terapia por Ondas de Choque
Provocada por uso excessivo, esforço acentuado ou trauma na região, a tendinite é uma inflamação que provoca dor e até redução dos movimentos. Muito comum em atletas profissionais, a tendinite também acomete praticantes de exercício físico regular, com grande incidência, por exemplo, entre aqueles que fazem musculação e exageram na carga de peso.
Uma das regiões mais afetadas é o ombro e no tendão de Aquiles. “No caso da tendinite de ombro, a dor pode irradiar para a base do ombro e ao longo do braço, mais frequentemente até o cotovelo. No caso do tendão de Aquiles, a dor irradia para a batata da perna, a panturrilha, ou para a sola do pé. É comum entre aqueles que apresentam tendinite no tendão de Aquiles pessoas que ficam longos períodos seguidos em pé”, explica o fisiatra e reumatologista Antônio Rodrigues d’Almeida, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Segundo o médico do CREB, a Terapia por Ondas de Choque é indicada para estes casos quando outros tratamentos foram propostos, por mais de seis meses, sem sucesso. A TOC é o mais moderno tratamento das dores do sistema músculo esquelético, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia e alcança a impressionante marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos.
– O tratamento da TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado. No caso de tendinite no ombro, em geral temos ótimos resultados com três ou quatro sessões. Para tendinite no tendão de Aquiles, normalmente fazemos de três a cinco sessões – finaliza ele.
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